sexta-feira, 2 de outubro de 2015

O mapa do brasil e seus estados!!!!!!


Eu sei, Velha Infância: Canções para trabalhar em aula (Link)


Um texto que eu gosto muito só para leitura.

Khrisna e o menino
(Postado por Paulo Coelho em 25 de junho de 2009 às 03:39 )
A viúva de uma pobre aldeia em Bengala não tinha dinheiro para pagar o ônibus para seu filho, de modo que o garoto, quando foi matriculado num colégio, iria ter que atravessar sozinho, uma floresta. Para tranquilizá-lo, ela disse:  
“Não tenha medo da floresta, meu filho. Peça ao seu Deus Krishna para acompanhá-lo. Ele escutará sua oração”.
O garoto fez o que a mãe dizia. Krishna apareceu, e passou a levá-lo todos os dias à escola.
Quando chegou o dia do aniversário do professor, o menino pediu a mãe algum dinheiro para levar um presente.
“Não temos dinheiro, filho. Peça ao seu irmão Krishna para arranjar um presente”.
No dia seguinte, o menino contou seu problema a Krishna. Este lhe deu uma jarra cheia de leite.
Animado, o menino entregou a jarra ao professor. Mas, como os outros presentes eram mais bonitos, o mestre não deu a menor atenção.
“Leva esta jarra para a cozinha”, disse o professor para um assistente.
O assistente fez o que lhe fora mandado. Ao tentar esvaziar a jarra, porém, notou que ela tornava a encher-se sozinha. Imediatamente, foi comunicar o fato ao professor que, aturdido, perguntou ao menino:
“Onde arranjou esta jarra, e qual é o truque que a mantém cheia?”
“Quem me deu foi Krishna, o Deus da floresta”.
O mestre, os alunos, o ajudante, todos riram.
“Não há deuses na floresta. Isto é superstição!”, disse o mestre. “Se ele existe, vamos lá fora para vê-lo!”
O grupo inteiro saiu. O menino começou a chamar por Krishna, mas ele não aparecia. Desesperado, ele fez uma última tentativa:
“Irmão Krishna, meu mestre quer vê-lo. Por favor, apareça!”
Neste momento, escutou-se da floresta uma voz, que ecoou por todos os cantos:
“Como é que ele deseja me ver, meu filho? Ele nem sequer acredita que eu existo!”


Textos para compreensão e interpretação

Texto nº 1: O segredo azul
Dinho, desde pequenino, só desenhava peixe na escola.
Todo menino pintava casa, árvore, flor, bicho. Mas ele era só peixe. Um dia a professora, Dona Rosinha, o chamou:
- Dinho!
- Tou aqui.
- Como é que se diz Dinho?
- Presente.
- Eu quero pedir uma coisa a você
- Falou.
- Como é que se diz Dinho?
- Falou - repetiu ele.
Dona Rosinha, boa até dizer chega, só pôde achar graça. Lógico! Era a linguagem normal, né?
- Eu quero pedi r que você me desenhe alguma coisa que não seja peixe, tá?
- Mas se não for peixe, dona, qual é a graça que tem?
 - O mundo não é feito só de peixe.
- O meu é.
- Está certo. Então é um favor que você me faz: um desenho sem peixe.
- Tá certo.
- Falou - fez Dona Rosinha, quase sem querer.
Daí a pouco ele aparece com um desenho lindo de morrer. É urna enorme pedra, tendo, na frente, urna série de manchas azuis de dar inveja a pintor premiado.
A professora pediu explicação.
- É urna pedra no fundo do mar - esclarece Dinho.
- Muito bem! - aplaude ela. - Até que enfim, seu Dinho! Até que enfim!
Mas Dinho esfria logo a boa Dona Rosinha botando os pontos nos "ii":
- O peixe, professora, está escondido atrás da pedra.
Dona Rosinha só teve urna saída: achar graça.
Que remédio, né?

Palavras que talvez você não conheça pois são expressões idiomáticas
Lógico: claro, evidente
Aplaude: aprova
Esfria: desencoraja
Saída: solução





Enriqueça seu vocabulário



Até dizer chega: em grande quantidade, em exagero.
Só pôde achar graça: só pôde achar engraçado, divertido.
Era linguagem normal: era modo de falar normal
Lindo de morrer: lindíssimo, muito bonito
De dar inveja ao pintor premiado: de provocar inveja ao pintor consagrado.
Esclarecer: explicar, elucidar.
Botar os pontos nos “ii”: esclarecer, tirar as dúvidas.
Que remédio: que jeito, que solução.
Só teve uma saída: só teve uma solução
Série: seqüência, sucessão, uma quantidade razoável.
  

1. Agora leia o texto em voz alta.
2. Sublinhe e destaque todos os artigos e classifiqué-os:



Análise do texto;
O texto “O segredo azul” retrata um diálogo simples e descontraído entre um garoto e sua professora. Evidentemente, o que, se destaca é o interesse de Dinho pelos peixes.

1.  Qual era a idéia fixa a obsessão do garoto Dinho? Comprove sua resposta, transcrevendo urna frase do texto.

2.  A seu ver, Dinho, o menino de idéia fixa que só se interessava por desenhar peixes, era um menino anormal? Comente oralmente.

3.  Ao responder a professora, dizendo: "Tou aqui", Dinho mostra:

(    ) que não sabia responder de outra forma.

(    ) pobreza de vocabulário e preguiça em falar corretamente.

4.  O diálogo descontraído entre Dinho e a professora e as respostas reduzidas do garoto, como: "tou", "falou", "tá certo", "né"....,  revelam tratar-se de um texto:

(   ) culto.          (   ) errado.       (   ) informal.

5.  A professora Rosinha, ao aceitar o modo de se expressar de Dinho, mostrou-se:

(   ) indiferente.      (   ) compreensiva.      (   ) exigente.

6. Caracterize Dona Rosinha. (Caracterizar alguém significa apontar qualidades, defeitos, modo de agir, de pensar, interesses, etc.)

7. Caracterize o aluno Dinho.


8.  De tanto ouvir Dinho se expressar de forma não apropriada, Dona Rosinha incorre na mesma falha de seu aluno. Que palavra, nesse sentido, disse ela, meio sem querer?



9.  Ao lhe ser apresentado o desenho de uma pedra, Dona Rosinha fica feliz e diz: "Ate" que enfim, seu Dinho! Até que enfim! ”A repetição dessa expressão revela:
(   ) que Dinho havia demorado muito para concluir seu desenho.
(   )  que Dinho apresentou um desenho diferente do que sempre fizera.

10.  O texto consegue:
(   )  realçar a importância do desenho.
(   ) criticar hábitos comuns as professoras.
(   ) mostrar que todas as vocações se manifestam muito cedo.

 

Texto nº 2: Pneu furado?????

O carro estava encostado no meio-fio, com o pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo " Pode deixar". Ele trocaria  o pneu.
-       Você tem macaco? Perguntou o homem.
-       Não, respondeu a mulher.
-       Vamos usar o meu disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegou o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono carro.
-       Puxa, você trocou o pneu do carro para mim. Muito obrigado.
-       É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
-       Coisa estranha.
-       É uma compulsão. Sei lá.

Leia com atenção o texto e responda as perguntas:

1)     Porque o carro estava parado no meio-fio?
2)     Como era a moça que estava parada ao lado do carro?
3)     Ao descer do seu carro o que fêz ao homem?
4)     Que passou depois que ele trocou o pneu?

5)     Para você, qual é a moral da estória?

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Presente do Subjuntivo

Oi!
Um pouco mais de Gramática!

PRESENTE (SUBJUNTIVO) FORMAÇÃO:
 O presente do subjuntivo é formado a partir do radical da primeira pessoa do singular do presente do indicativo, acrescentando-se a terminação apropriada.

Exemplo: Verbo morar: eu mor(-o) = que eu mor(+e)

 MORAR
Que eu more
Que você more
Que ele more
Que nós moremos
Que vocês morem
Que eles morem

COMER
Que eu coma
Que você coma
Que ele coma
Que nós comamos
Que vocês comam
Que eles comam

PARTIR
Que eu parta
Que você parta
Que ele parta
Que nós partamos
Que vocês partam
Que eles partam


                           Há sete verbos irregulares no presente do subjuntivo:

ESTAR
Que eu esteja
Que você esteja
Que ele esteja
Que nós estejamos
Que vocês estejam
Que eles estejam


 DAR
Que eu dê
Que você dê
Que ele dê
Que nós demos
 Que vocês dêem
Que eles dêem

SER
Que eu seja
Que você seja
Que ele seja
Que nós sejamos
Que vocês sejam
Que eles sejam



HAVER
Que eu haja
Que você haja
Que ele haja
Que nós hajamos
Que vocês hajam
Que eles hajam

SABER
 Que eu saiba
 Que você saiba
 Que ele saiba
 Que nós saibamos
 Que vocês saibam
 Que eles saibam



QUERER
Que eu queira
Que você queira
Que ele queira
Que nós queiramos
Que vocês queiram
Que eles queiram

IR
 Que eu vá
 Que você vá
 Que ele vá
 Que nós vamos
 Que vocês vão
 Que eles vão

O presente do subjuntivo é usado:

 Para indicar dúvidas, desejos, incertezas, probabilidades e sentimentos. Pode ser utilizado para exprimir acontecimentos do presente ou do futuro:

Talvez ele chegue atrasado.
Tomara que eu consiga aproveitar as férias!
 É importante que eles façam o dever de casa.
 Duvido que ele se case com ela.
 Siga a receita direito para que o bolo fique bom.
 Vamos tentar até que dê certo!
 Vamos embora antes que seja tarde.

Modos Verbais

Oi.
Um pouco de gramática!


Modo Verbal
O verbo pode se flexionar de quatro maneiras: PESSOA, NÚMERO, TEMPO e MODO. É a classe mais rica em variações de forma ou acidentes gramaticais. Através de um morfema chamado DESINÊNCIA MODO TEMPORAL, são marcados o tempo e o modo de um verbo. Vejamos mais detalhadamente...
MODO VERBAL caracteriza as várias maneiras como podemos utilizar o verbo, dependendo da significação que pretendemos dar a ele. Rigorosamente, são três os modos verbais:  INDICATIVO,SUBJUNTIVO e IMPERATIVO. Porém, alguns gramáticos incluem, também como modos verbais, o PARTICÍPIO, o GERÚNDIO e o INFINITIVO. Alguns autores, no entanto, as denominam FORMAS NOMINAIS DO VERBO.
Segundo o gramático Rocha Lima, existem algumas particularidades em cada uma destas formas que podem impedir-nos de considerá-las modos verbais:
  • INFINITIVO: tem características de um substantivo, podendo assumir a função de sujeito ou de complemento de um outro verbo, e até mesmo ser precedido por um artigo.
  • GERÚNDIO: assemelha-se mais a um advérbio, já que exprime condições de tempo, modo, condição e lugar.
  • PARTICÍPIO: possui valor e forma de adjetivo, pois além de modificar o substantivo, apresenta ainda concordância em gênero e número.
Mas voltemos aos modos verbais, propriamente ditos:

  • MODO INDICATIVO: O verbo expressa uma ação que provavelmente acontecerá, uma certeza, trabalhando com reais possibilidades de concretização da ação verbal ou com a certeza comprovada da realização daquela ação.
  • MODO SUBJUNTIVO: Ao contrário do indicativo, é o modo que expressa a dúvida, a incerteza, trabalhando com remotas possibilidades de concretização da ação verbal.
  • MODO IMPERATIVO: Apresenta-se na forma afirmativa e na forma negativa. Com ele nos dirigimos diretamente a alguém, em segunda pessoa, expressando o que queremos que esta(s) pessoa(s) faça(m). Pode indicar uma ordem, um pedido, um conselho etc., dependendo da entonação e do contexto em que é aplicado.

terça-feira, 1 de setembro de 2015