sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Um Pouco de História do Brasil

Descobrimento do Brasil
Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.   
O descobrimento do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta, noz moscada, açafrão) que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 
Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

Partes do Corpo humano


Lindo texto de uma linda aluna

Meus sonhos

Se você encontrasse uma lâmpada mágica, o que você pediria?

Muitas vezes perguntei-me que pediria ao gênio de uma lâmpada mágica. Neste momento acho que eu não preciso quase nada para mim: tenho uma dose suficiente de paz e harmonia interior, uma maravilhosa família com netas adoráveis, bons filhos, tempo para ler, amigos, saúde, que posso pedir?
Já sei, eu pediria ao gênio que não haja dor física para ninguém; que todos os meninos do mundo tivessem o amor de alguém, que as pessoas velhas pudessem viver com suas famílias sem dificuldades ecônomicas.
Acho que os problemas do mundo deixariam de ser tão graves se todos mudássemos nossa escala de valores, por isso: Querido gênio,que bom que você pode fazer milagres, por favor, faz que a gente pense mais no amor e menos no dinheiro!


O mapa do brasil e seus estados!!!!!!


Eu sei, Velha Infância: Canções para trabalhar em aula (Link)


Um texto que eu gosto muito só para leitura.

Khrisna e o menino
(Postado por Paulo Coelho em 25 de junho de 2009 às 03:39 )
A viúva de uma pobre aldeia em Bengala não tinha dinheiro para pagar o ônibus para seu filho, de modo que o garoto, quando foi matriculado num colégio, iria ter que atravessar sozinho, uma floresta. Para tranquilizá-lo, ela disse:  
“Não tenha medo da floresta, meu filho. Peça ao seu Deus Krishna para acompanhá-lo. Ele escutará sua oração”.
O garoto fez o que a mãe dizia. Krishna apareceu, e passou a levá-lo todos os dias à escola.
Quando chegou o dia do aniversário do professor, o menino pediu a mãe algum dinheiro para levar um presente.
“Não temos dinheiro, filho. Peça ao seu irmão Krishna para arranjar um presente”.
No dia seguinte, o menino contou seu problema a Krishna. Este lhe deu uma jarra cheia de leite.
Animado, o menino entregou a jarra ao professor. Mas, como os outros presentes eram mais bonitos, o mestre não deu a menor atenção.
“Leva esta jarra para a cozinha”, disse o professor para um assistente.
O assistente fez o que lhe fora mandado. Ao tentar esvaziar a jarra, porém, notou que ela tornava a encher-se sozinha. Imediatamente, foi comunicar o fato ao professor que, aturdido, perguntou ao menino:
“Onde arranjou esta jarra, e qual é o truque que a mantém cheia?”
“Quem me deu foi Krishna, o Deus da floresta”.
O mestre, os alunos, o ajudante, todos riram.
“Não há deuses na floresta. Isto é superstição!”, disse o mestre. “Se ele existe, vamos lá fora para vê-lo!”
O grupo inteiro saiu. O menino começou a chamar por Krishna, mas ele não aparecia. Desesperado, ele fez uma última tentativa:
“Irmão Krishna, meu mestre quer vê-lo. Por favor, apareça!”
Neste momento, escutou-se da floresta uma voz, que ecoou por todos os cantos:
“Como é que ele deseja me ver, meu filho? Ele nem sequer acredita que eu existo!”


Textos para compreensão e interpretação

Texto nº 1: O segredo azul
Dinho, desde pequenino, só desenhava peixe na escola.
Todo menino pintava casa, árvore, flor, bicho. Mas ele era só peixe. Um dia a professora, Dona Rosinha, o chamou:
- Dinho!
- Tou aqui.
- Como é que se diz Dinho?
- Presente.
- Eu quero pedir uma coisa a você
- Falou.
- Como é que se diz Dinho?
- Falou - repetiu ele.
Dona Rosinha, boa até dizer chega, só pôde achar graça. Lógico! Era a linguagem normal, né?
- Eu quero pedi r que você me desenhe alguma coisa que não seja peixe, tá?
- Mas se não for peixe, dona, qual é a graça que tem?
 - O mundo não é feito só de peixe.
- O meu é.
- Está certo. Então é um favor que você me faz: um desenho sem peixe.
- Tá certo.
- Falou - fez Dona Rosinha, quase sem querer.
Daí a pouco ele aparece com um desenho lindo de morrer. É urna enorme pedra, tendo, na frente, urna série de manchas azuis de dar inveja a pintor premiado.
A professora pediu explicação.
- É urna pedra no fundo do mar - esclarece Dinho.
- Muito bem! - aplaude ela. - Até que enfim, seu Dinho! Até que enfim!
Mas Dinho esfria logo a boa Dona Rosinha botando os pontos nos "ii":
- O peixe, professora, está escondido atrás da pedra.
Dona Rosinha só teve urna saída: achar graça.
Que remédio, né?

Palavras que talvez você não conheça pois são expressões idiomáticas
Lógico: claro, evidente
Aplaude: aprova
Esfria: desencoraja
Saída: solução





Enriqueça seu vocabulário



Até dizer chega: em grande quantidade, em exagero.
Só pôde achar graça: só pôde achar engraçado, divertido.
Era linguagem normal: era modo de falar normal
Lindo de morrer: lindíssimo, muito bonito
De dar inveja ao pintor premiado: de provocar inveja ao pintor consagrado.
Esclarecer: explicar, elucidar.
Botar os pontos nos “ii”: esclarecer, tirar as dúvidas.
Que remédio: que jeito, que solução.
Só teve uma saída: só teve uma solução
Série: seqüência, sucessão, uma quantidade razoável.
  

1. Agora leia o texto em voz alta.
2. Sublinhe e destaque todos os artigos e classifiqué-os:



Análise do texto;
O texto “O segredo azul” retrata um diálogo simples e descontraído entre um garoto e sua professora. Evidentemente, o que, se destaca é o interesse de Dinho pelos peixes.

1.  Qual era a idéia fixa a obsessão do garoto Dinho? Comprove sua resposta, transcrevendo urna frase do texto.

2.  A seu ver, Dinho, o menino de idéia fixa que só se interessava por desenhar peixes, era um menino anormal? Comente oralmente.

3.  Ao responder a professora, dizendo: "Tou aqui", Dinho mostra:

(    ) que não sabia responder de outra forma.

(    ) pobreza de vocabulário e preguiça em falar corretamente.

4.  O diálogo descontraído entre Dinho e a professora e as respostas reduzidas do garoto, como: "tou", "falou", "tá certo", "né"....,  revelam tratar-se de um texto:

(   ) culto.          (   ) errado.       (   ) informal.

5.  A professora Rosinha, ao aceitar o modo de se expressar de Dinho, mostrou-se:

(   ) indiferente.      (   ) compreensiva.      (   ) exigente.

6. Caracterize Dona Rosinha. (Caracterizar alguém significa apontar qualidades, defeitos, modo de agir, de pensar, interesses, etc.)

7. Caracterize o aluno Dinho.


8.  De tanto ouvir Dinho se expressar de forma não apropriada, Dona Rosinha incorre na mesma falha de seu aluno. Que palavra, nesse sentido, disse ela, meio sem querer?



9.  Ao lhe ser apresentado o desenho de uma pedra, Dona Rosinha fica feliz e diz: "Ate" que enfim, seu Dinho! Até que enfim! ”A repetição dessa expressão revela:
(   ) que Dinho havia demorado muito para concluir seu desenho.
(   )  que Dinho apresentou um desenho diferente do que sempre fizera.

10.  O texto consegue:
(   )  realçar a importância do desenho.
(   ) criticar hábitos comuns as professoras.
(   ) mostrar que todas as vocações se manifestam muito cedo.

 

Texto nº 2: Pneu furado?????

O carro estava encostado no meio-fio, com o pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo " Pode deixar". Ele trocaria  o pneu.
-       Você tem macaco? Perguntou o homem.
-       Não, respondeu a mulher.
-       Vamos usar o meu disse o homem.
E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegou o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono carro.
-       Puxa, você trocou o pneu do carro para mim. Muito obrigado.
-       É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
-       Coisa estranha.
-       É uma compulsão. Sei lá.

Leia com atenção o texto e responda as perguntas:

1)     Porque o carro estava parado no meio-fio?
2)     Como era a moça que estava parada ao lado do carro?
3)     Ao descer do seu carro o que fêz ao homem?
4)     Que passou depois que ele trocou o pneu?

5)     Para você, qual é a moral da estória?